O manual completo para calcular o valor da sua hora, montar sua tabela de preços e negociar com confiança, com base em números reais e no contexto brasileiro de 2026 — sem depender de achismo.
Para quem é
Autônomos e prestadores de serviço (diaristas, designers, personal trainers, eletricistas, consultores, cabeleireiros, fotógrafos e outros) que querem descobrir se o preço que cobram cobre os custos, os impostos e ainda deixa uma margem de lucro saudável.
O que você vai dominar
- Por que cobrar “no olho” costuma dar prejuízo;
- Levantando seus custos fixos mensais;
- Calculando o valor da sua hora de trabalho;
- Precificando por hora, por projeto ou por pacote;
- Adicionando a margem de lucro certa para o seu negócio;
- Comparando com a concorrência sem copiar o preço dela;
- MEI, Simples Nacional e impostos na hora de formar o preço;
- Reajustando preços sem perder cliente;
E o material segue além: são 16 capítulos no total, na ordem certa para aplicar.
Uma amostra do conteúdo
Quase todo prestador de serviço autônomo no Brasil já passou pela mesma cena: o cliente pergunta quanto fica e a resposta sai na hora, baseada numa sensação, numa comparação rápida com o que o vizinho cobra, ou num número redondo que parece justo. Esse jeito de precificar, popularmente chamado de cobrar no olho, é um dos motivos mais comuns pelos quais autônomos trabalham meses a fio sem perceber que estão, na prática, pagando para trabalhar. O problema não é falta de esforço nem de talento técnico. O problema é que preço definido por intuição ignora sistematicamente uma série de custos que não aparecem no dia a dia, mas que corroem o resultado financeiro no fim do mês.
Existe também um componente psicológico forte por trás do preço no olho. Muitos prestadores associam cobrar um valor justo a um sentimento de culpa, como se estivessem explorando o cliente, e por isso arredondam para baixo. Outros têm medo de perder a oportunidade e preferem cobrar pouco a não fechar o serviço. Há ainda quem confunda ser competitivo com ser barato, quando na verdade competitividade deveria vir de qualidade, prazo e relacionamento, não de um preço que mal cobre os custos. Esse medo de cobrar o valor correto tem nome entre consultores financeiros: síndrome do preço baixo, e ela é responsável por boa parte do endividamento silencioso de autônomos.
Esse é só o comecinho do primeiro capítulo — o restante segue nesse mesmo nível de detalhe.
Como ter acesso
O material completo fica na área de conteúdos digitais do APP019, com acesso pelo botão abaixo.
Veja também os outros títulos disponíveis em app019.com/produtos.